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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Quando a escola suspeita que meu filho tem algum problema

     Muitas vezes a criança sinaliza em diversos ambientes que algo não está bem  mas é no ambiente escolar que ocorrem as primeiras hipóteses de diagnósticos com as seguintes indagações: será hiperativo ( a) ? Será dislexo ( a)? Tem discalculia? Tem déficit de atenção ? Será transtorno desafiador opositivo ? Tem dislalia ? e assim por diante... a família muitas vezes se choca com os questionamentos, fica surpresa por achar ou que nada há ou por achar que é uma fase, algumas relutam em procurar um profissional especializado para investigar o caso por medo de obter um diagnóstico : Sim ele ( a) tem isso como a escola suspeitou!
     Queridos pais e familiares, a criança e/ou adolescente clama pelo diagnóstico, assim fica esclarecido uma série de coisas ocultas e com as intervenções certas a partir do conhecimento do problema, as possibilidades de melhoras ou de estabelização trazem um grande alívio aquele que sofre. Vou relatar uma situação com uma criança que trabalho há anos, ele hoje está com 10 anos e possui Dislexia e TDA/H ( transtorno de déficit de atenção com hiperatividade) antes de obter este diagnóstico, ele era tido como " burro" da sala por escrever errado por ler de forma "inadequada" para sua faixa etária e por nunca parar quieto, sempre era suspenso ou recebia advertência na escola, quando a equipe multidisciplinar fechou o laudo sobre o caso dele, ele ficou super feliz, queria contar a todos que não era "BURRO" e sim, DISLEXO ;  se fosse dando mais tempo na execução das atividades ou melhor lhe fosse perguntando o conteúdo dado, ele pudesse demonstrar suas aprendizagens de forma oral, todos saberiam há tempos que ele também dominava os conteúdos.
    Por isso, aconselho as famílias não tenham medo de buscar um diagnóstico, não evitem ir na escola para não ouvir supostos apontamentos de " talvez seu filho tem isso..."  procurem investigar e consequentemente sanar quaisquer dúvidas em prol  da melhora do sujeito, porque a busca leva ao esclarecimento e consequentemente uma melhora significativa no quadro dentro do tempo hábil para tal.



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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pais & Filhos


BULLYING


Bullying é uma palavra inglesa que não possui tradução no nosso idioma mas que todos que já foram vítima deste ato conhecem muito bem, o bullying é uma agressão moral e em alguns casos física que tem como finalidade causar danos emocionais naquele que é o alvo direto ou indireto do agressor do bullying, esta prática vem assolando as escolas do Brasil e do mundo há muito tempo mas nunca foi tão discutida como agora. Nos meus tempos de escola diversos alunos possuiam apelidos que muitas vezes incomodavam a todos os possuidores de uma determinada alcunha e eu mesma possuia dois: Olivia Palito até os meus 10 anos de idade e a partir dos 12 anos quando meu corpo começou a sofrer mudanças após a minha primeira mestruação passei a ser a tanajura, tais apelidos no dia a dia não me ofediam pois sempre que alguém me apelidava ganhava um belo apelido em troca e com o bullying o que ocorre será só um mero apelido? Não. O bullying carrega junto com o apelido a carga pesada de um psicológico abalado e de uma moral destruida pois, causa angústia, humilhação e dor muita dor física e emocional pois as agressões do bullying são diárias, aterrorizando a vítima para que o agressor possa exercer seu poder diante dos demais a custa da destruição de outrem.

De maneira repetitiva o agressor do bullying humilha, exclui, aterroriza, agride verbalmente e/ou fisicamente, destrói os pertences da vítima, rouba e persegue e faz com que os demais também pratiquem tais atos pois geralmente o agressor execerce um certo poder sobre os demais alunos que em alguns casos o seguem ou por admirá-lo ou por temê-lo. Os agressores na sua maioria são filhos de pais que não supervisionam seus filhos ou são frutos de uma família permissiva demais onde geralmente há algum membro com comportamento anti-social. Ser agressor do bullying significa ser um delinquente que pode futuramente se envolver em episódios ainda mais sério como tornar-se autor de homicídio culposo ( com intenção de matar) por não tolerar o diferente.

A família deve vigiar de perto seus filhos para ver se estes sofrem ou praticam o bullying e a escola não pode ser omissa diante de tais acontecimentos em seu espaço, mesmo que nunca tenha tido nenhum caso em sua instituição de ensino se faz necessário trazer o assunto para a sala de aula porque este é atual e presente na sociedade e discutí-lo num ambiente educativo torna-se a grande missão das escolas na atualidade e educar nada mais é do que compartilhar conhecimento com a finalidade que este transforme o outro e que este perpetue o saber adquirido e divida-o com todos aqueles que o cercam.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Pais & Filhos

Fonte retirada de: http://jpn.icicom.up.pt




NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS E EDUCAÇÃO DOMICILIAR



Quem não conhece nenhum pai ou mãe que tenha um filho com necessidades educacionais especiais não sabe a peregrinação que muitas famílias passam quando há a necessidade de procurar uma nova ou a primeira escola de seu filho. É um verdadeiro martírio pois, as famílias ávidas por encontar um colégio para seus filhos esbarram na falta de compaixão e descaso de algumas instituições de ensino. Quando o pai e/ou a mãe chegam nas escolas e relatam sobre a situação de seus filhos muitos com déficit cognitivo devido a um autismo, retardo, síndrome de Down entre outros e tudo isso, muitas das vezes combinados a um TDAH( transtorno de déficit de atenção com hiperatividade) e disfunções específicas da linguagem; escutam das escolas: nós não recebemos ESSE TIPO DE ALUNO ou não trabalhamos COM ESSA CRIANÇA TÃO ESPECIAL.

Todos os pais que conheço se sentem humilhados diante do despreparo das instituições de ensino que nem se quer educam seus funcionários sobre como recusar um aluno sem ofender toda uma família, é direito da escola recusar o aluno caso esta não esteja preparada para recebê-lo porém, há de se ter um pouco mais de sensibilidade. Pior do que estas escolas, são aquelas que se declaram inclusivas e recebem as crianças mas não existe uma equipe preparada para desenvolver um trabalho significativo que realmente estimule estes educandos a aprendizagem. O que acaba por deixar estes aprendentes de lado dentro de sala de aula, sem receber nenhum tipo de estímulo que ajude-os a desenvolverem suas habilidades educacionias. Por isso, acredito que a educação domiciliar embora seja inconstitucional no Brasil se faz necessária no caso daqueles que precisam. Sei que nem todas as famílias possuem recursos de contratarem um professor particular preparado para desenvolverem um trabalho que possibilite um avanço educacional na vida destes alunos com necessitadades educacionais especiais, assim como o acompanhamento de um Fonodiólogo,Psicopedagogo,Neurologista e em alguns casos Psicólogos. Não defendo aqui a reclusão destes alunos em suas casas pois é necessário o convívio social e acredito que a escola se faria presente recebendo o aluno nas aulas de educação física, festividades da escola e aulas extra-classe para estimular o lado social mas quanto a parte do conteúdo pedagógico deveria ser trabalhado fora da escola no caso de alunos que são difíceis de serem inseridos nas instituições de ensino devido o desespreparo de algumas. O MEC deveria rever alguns pontos da inclusão pois aluno incluso de maneira errada traz mais malefícios do que benefícios.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Pais & Filhos

Fonte retirada de: http://www.noaa.com.br/





A DIFÍCIL ARTE DE EDUCAR




De todas as coisas mais difícieis que existem na vida com certeza a mais difícil é educar alguém, sejam, professores , pais, avós, tios, madrinha e padrinho quem educa sabe o quanto é trabalhoso repetir diversas vezes por dia: não faz isso..., não pode..., hoje não..., vamos ver... , para! É todo dia aquela mesma ladainha e para os nossos educandos nós sempre seremos os chatos, os déspotas ou no popular: o estraga prazeres. Pois saibam que aqueles que não dizem nada que contrariem nossas crianças e/ou jovens, os que tudo permitem, os que querem ser os mais legais do mundo ou simplesmente não querem ouvir reclamações no ouvido devem ser educados junto com as crianças. Todo ser humano precisa de limites, afinal vivemos em uma sociedade na qual seguimos diversos códigos sejam eles civil, penal, de trânsito, de ética entre outros portanto, existem regras a serem cumpridas e aqueles que as infrigem são penalizados, infelizmente existem adultos que educam algumas crianças e/ ou adolescentes que acham que é justamente por isso que devem permitir tudo, visto que o mundo irá dizer muitos nãos!


Só que quando uma criança não ouve não daquele que a educa, ela cresce achando que o mundo tem a obrigação de lhe dizer sim, e é aí que aqueles vários nãos fariam toda a diferença porque seriam eles que estariam presentes na vida do adulto mimado e este não seria mimado, o não que nunca foi dito, o limite que nunca foi dado evitaria que um jovem dirigisse a 140km/h onde é permitindo somente 80 km/h . O castigo que não foi dado quando a criancinha respondeu o professor na escola evitaria que quando se tornasse um adolescente este agredisse o docente que tenta ensinar-lhe algo, a recriminação não dada na hora de uma nota baixa quando o único compromisso do aluno era com seus estudos, evitaria a reprovação que quase sempre vem no futuro. Quem ama educa dizendo não, quem aprende ouvindo não tem algo para ensinar aqueles que ama.

sábado, 3 de outubro de 2009

Pais & Filhos


Chegou o momento do vestibular e agora ?



Final do ensino médio,aproximadamente 17 anos ou mais e muitos jovens neste período da vida devem decidir qual carreira irão escolher para se dedicarem para quem sabe o resto de suas vidas. Este é um momento muito delicado para todos os adolescentes e consecutivamente suas famílias. Os jovens muitas vezes se questionam sobre a opção da carreira e algumas famílias lhes cobram esta escolha, se por acaso tivermos uma tradição familiar nas áreas do Direito, Medicina entre outras, optar pela profissão que pertecem ou perteceram seus pais e avós é perpetuar o nome da família e levar adiante o legado da mesma; parece que o botão automático se liga e a única escolha cabível para algumas famílias é que seus filhos escolham a mesma carreira que há anos é o arcabouço familiar e é aí que mora o problema, quando os parentes induzem na escolha do jovem, quando não se cogita outra profissão que não seja a da história familiar ou aquela sonhada pelos familiares desde o dia do nascimento do bebê que em geral no momento do vestibular ainda não é um adulto porém, deve ter autonomia nas suas escolhas.

Não cabe à família a escolha da carreira do adolescente e este não pode se sentir obrigado a decidir por uma área profissional escolhida por outro, todo vestibulando possui dúvidas e acredito que enquanto estas permanecerem na cabeça do jovem e este não se imaginar seguindo uma profissão que além do retorno financeiro lhes proporcione prazer, não devem optar por NENHUMA carreira, ou seja, mesmo que estejam no 3º ano do ensino médio se não souberem qual profissão exercer, não escolham por enquanto nenhuma, deixe para tentar o vestibular no próximo ano e aproveitem para fazer um levantamento sobre cada carreira, converse com profissionais das mesmas e façam suas escolhas sozinhos pois, uma família que estimula as habilidades de seus filhos desde pequenos prezarão sempre pelo desenvolvimento da autonomia e do senso crítico de cada indivíduo e saberão que os seus filhos escolherão a profissão certa para eles no momento em que estiverem preparados .

domingo, 2 de agosto de 2009

Pais & Filhos

Fonte retirada de: http://macmagazine.uol.com.br





Fracasso escolar de quem é a culpa ?





De acordo com a Lei de diretrizes e bases, a educação é um direito e dentro dos princípios da liberdade é dever da família e do Estado porém, a família culpabiliza o Estado pelo fracasso escolar e aquele acusa a família de não preparar suas crianças dando-lhes orientanções de moral e índole, pré-requisitos básicos que acabam por prejudicá-los no seu desempenho dentro da escola. Em nossa sociedade ter conhecimento é ser possuidor de um conteúdo que vale ouro mas poucos são aqueles que são capazes de serem autores do conhecimento, porque na verdade eles nos são trasmitidos por outro que nem sempre é o criador da informação que está sendo transmitida. É dentro da escola e do lar que absorvemos os nossos maiores conhecimentos que irão ser manifestados em diversas situações de nossa vida.

Onde está o erro da família quando o aluno não aprende? Está no fato de algumas famílias não serem possibilitadoras da aprendizagem e isso não significa falta de recursos econômicos e sim a falta de um estímulo ao ato de pensar, questionar e possibilitar a capacidade do aprender. E a escola ? Qual é sua culpa na não aprendizagem de seus alunos? A culpa da escola está no fato de muitos profissionais dentro da mesma não estarem preparados para reconhcer a dificuldade de aprendizagem do seu educando, é este despreparo que rotula muitas crianças como problemáticas e incapazes de aprender, se não há no aluno uma deficiência severa como nos casos de demência, todos são capazes de aprender, lógico que uns com mais facilidades do que outros. A escola fracassa quando não investiga a difilculdade de aprender do seu aluno, quando não busca o apoio da família como parte integrante do processo de apredizagem de cada criança, quando a sua estrutura é inadequada para possibilitar o apredizado e acima de tudo quando o método de ensino é imutável por parte do corpo docente pois, acaba por engessar o educando que possui dificuldades escolares. Assim, o que há hoje no Brasil são crianças mal educadas no aspecto mais amplo do que entendemos como educação e familiares e profissionais que não se comprometem com a transformação da educação no Brasil.

sábado, 11 de julho de 2009

Pais & Filhos


HIPERATIVIDADE ?



Como professora possui e possuo diversos tipos de alunos e dentre os muitos que já tive e tenho, alguns chegaram a mim com o diagnóstico de HIPERATIVIDADE precisando de apoio extraescola, a pessoa Hiperativa é vista durante o período escolar como um aluno problema pois, muitos professores, diretores e coordenadores os veem como indisciplinados, esses educandos carregam em conjunto com a hiperatividade a conotação negativa de seu transtorno, o que gera o preconceito e a ignorância daqueles que os cercam.
O que há na verdade é uma falta de informação sobre a hiperatividade que vem conduzindo a um outro problema a cerca deste assunto que muito me preocupa, o fato do diagnóstico equivocado de alguns profissionais pois, infelizmente algumas pessoas vem sendo tratadas como hiperativas sem realmente serem, muitas fazem uso indiscriminado de medicamentos para déficit de atenção e hiperatividade sem nenhuma necessidade, o que irá acarretar em outros problemas. Infelizmente alguns pais não aceitam que seu filho muitas vezes agitado, falante, impulsivo, desorganizado seja apenas uma criança e/ou jovem que precisa de um limite dos pais por ser no vocabulário popular um perfeito bagunceiro (a), sendo mais fácil para muitos pais vê-los como hiperativos e aplicar doses de metilfenidato e tê-los mais calmos.
Somente se você perceber os seguintes sintomas em seu filho ou em si mesmo deverá procurar um Psicopedagogo a fim de que este profissional faça uma avaliação para ver se o caso suspeito realmente indica uma hiperatividade e somente assim em conjunto com um Neurologista e após feitos os devidos exames obter o laudo preciso de Hiperatividade.

Sintomas: não permanecer sentado por muito tempo, pular, correr excessivamente em situações inadequadas, sensação interna de inquietude, ser barulhento em atividades lúdicas, responder às perguntas antes de concluídas e ter dificuldade de esperar sua vez.